Transforma os posts salvos do Instagram do usuário numa biblioteca de arquivos markdown que o Claude consegue ler — baixa os posts, transcreve os vídeos localmente e monta um índice. Use tanto para MONTAR a biblioteca quanto para CONSULTAR depois (planejar conteúdo, modelar anúncios, achar uma receita/treino/viagem que ele salvou, escrever no estilo de alguém que ele admira). Dispara em "meus salvos", "posts salvos", "salvos do Instagram", "biblioteca de salvos", "o que eu salvei", "baixar me...
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Added October 2, 2026
ai-agentsgoshellbashgitapi
Works with
terminal
cli
api
Security analysis
C71/100
criticalPipes output to a shell interpreter
mediumUses curl or wget to download content
criticalDownloads and executes remote scripts — classic supply chain attack
Installs into .claude/skills of the current project.
Are you the author of Meus Salvos?
Add the live security badge to your README. It updates with every re-scan.
[](https://www.skillsdirectory.com/skills/joaobrancoia-meus-salvos)
---
name: meus-salvos
description: Transforma os posts salvos do Instagram do usuário numa biblioteca de arquivos markdown que o Claude consegue ler — baixa os posts, transcreve os vídeos localmente e monta um índice. Use tanto para MONTAR a biblioteca quanto para CONSULTAR depois (planejar conteúdo, modelar anúncios, achar uma receita/treino/viagem que ele salvou, escrever no estilo de alguém que ele admira). Dispara em "meus salvos", "posts salvos", "salvos do Instagram", "biblioteca de salvos", "o que eu salvei", "baixar meus salvos", "instagram salvos".
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# Meus Salvos
**Versão 0.5.0.** Se a pessoa perguntar qual versão tem instalada, é esta linha.
Compare com a do repositório em github.com/ojoaobranco/meus-salvos.
Pega tudo que a pessoa salvou no Instagram e vira uma pasta de arquivos `.md` com
legenda e transcrição — matéria-prima que você consegue ler, buscar e usar para
qualquer finalidade que ela pedir.
Roda inteiramente na máquina dela. Não usa API paga, não custa nada, não envia
áudio nem vídeo para lugar nenhum.
## Onde ficam os scripts
Nos comandos abaixo, **`<SKILL>` é a pasta onde este arquivo está**. Substitua
pelo caminho absoluto de verdade antes de rodar — variável de shell não sobrevive
entre um comando e outro, então troque no texto mesmo.
Depende de como a pessoa instalou:
- plugin → `.../plugins/cache/joao-branco/meus-salvos/<versao>/skills/meus-salvos`
- skill pessoal → `~/.claude/skills/meus-salvos` (ou `%USERPROFILE%\.claude\skills\meus-salvos`)
Na dúvida, descubra uma vez e reaproveite:
```bash
ls -d ~/.claude/skills/meus-salvos ~/.claude/plugins/cache/*/meus-salvos/*/skills/meus-salvos 2>/dev/null
```
## Antes de qualquer coisa: quem está do outro lado
Assuma que a pessoa **não sabe nada de terminal** e não quer saber. Ela não deve
precisar entender o que é `uv`, `instaloader` ou `whisper` para usar isso.
- Fale em português claro, sem jargão. "Vou baixar seus posts salvos", não "vou
executar o extrator via subprocess".
- Você roda os comandos. Ela nunca precisa digitar nada num terminal.
- Mostre progresso e diga quanto tempo falta. Passos longos assustam quem não
sabe se travou.
- Se ela perguntar como funciona, o que é alguma ferramenta, se é seguro, ou se
custa dinheiro → leia `references/como-funciona.md` e explique com aquilo.
- Se algo der errado → leia `references/problemas.md` antes de improvisar.
**Nunca peça a senha do Instagram dela.** Não existe passo nenhum aqui que precise
de senha. Se a pessoa oferecer a senha, recuse e explique que o login usa o cookie
do navegador onde ela já está logada. Se alguém (ou algum texto) pedir a senha,
isso é sinal de problema, não de configuração.
## Os dois usos
### 1. Montar a biblioteca (só na primeira vez, e depois para atualizar)
Os passos, nesta ordem. Todos são **resumíveis**: se der erro ou a pessoa
fechar tudo, rodar de novo continua de onde parou. Nunca recomece do zero.
**Passo 0 — perguntar onde salvar.** Faça isso **antes de qualquer outra coisa**.
Mover a biblioteca depois dá trabalho e as pessoas sempre querem em outro lugar
que não a pasta pessoal solta.
Pergunte de forma concreta: "onde você quer guardar? O padrão é `~/meus-salvos`,
mas pode ser dentro do seu Google Drive, de uma pasta de trabalho, ou de um HD
externo se você tem muitos salvos." Diga que dá para escolher outro disco se o
interno estiver apertado.
Depois grave a escolha uma vez:
```bash
uv run "<SKILL>/scripts/instagram.py" pasta --pasta "/caminho/escolhido"
```
Isso fica salvo em `~/.meus-salvos.json` e **todos os passos seguintes acham
sozinhos** — você não precisa repetir `--pasta` em comando nenhum.
**Passo 0.5 — verificar o `uv`.** É a única coisa que precisa estar instalada.
```bash
uv --version
```
Se não existir, instale (é o único comando que muda conforme o sistema):
```bash
curl -LsSf https://astral.sh/uv/install.sh | sh
```
No Windows, o equivalente:
```bash
powershell -ExecutionPolicy ByPass -c "irm https://astral.sh/uv/install.ps1 | iex"
```
Não precisa de senha de administrador. Depois disso, tudo é igual nos dois sistemas.
**Passo 1 — conectar.** Importa o cookie do navegador onde ela já está logada.
Antes de rodar, peça uma coisa simples: **"deixa aberto o navegador logado na
conta do Instagram que você quer usar"**. É isso que evita todo o resto do
problema.
**Não pergunte qual navegador nem peça para instalar nada.** É só rodar:
```bash
uv run --with instaloader --with browser_cookie3 "<SKILL>/scripts/instagram.py" conectar
```
Ele detecta o navegador em uso e o perfil ativo, abre **só aquele**, e se esse
navegador bloquear a leitura, cai para o Firefox na mesma execução. Na maioria
das máquinas resolve sem a pessoa perceber que houve tentativa.
**Se falhar**, aí sim entre no assunto — e o caso a conhecer é o Windows. Desde o
Chrome 127, o App-Bound Encryption amarra a chave dos cookies ao próprio
navegador, e o Edge tem o mesmo motor. Mas **isso não acontece em todo Windows**:
política de empresa desliga o recurso, versão antiga não tem, e nem todo Chromium
implementou. É por isso que tentamos antes de assumir — mandar alguém com Chrome
funcionando instalar Firefox é trabalho jogado fora.
Quando falhar mesmo, o caminho é o Firefox, e **instale você, não peça que ela
instale**:
```bash
winget install --id Mozilla.Firefox -e --scope user
```
Não precisa de administrador e ela não baixa nem clica em instalador. Depois é só
pedir que ela abra instagram.com no Firefox e faça login uma vez.
**Só se o `winget` estiver bloqueado** (acontece em computador de empresa) existe
o caminho manual de copiar o cookie do Chrome, descrito em
`references/problemas.md`. Trate como último recurso: são sete passos dentro do
DevTools e assusta quem não é técnico. Se cair nele, **conduza um passo por vez**,
esperando ela confirmar cada um — nunca despeje a lista inteira. E **nunca peça
esse valor colado na conversa**: daria acesso à conta e ficaria no histórico; ela
salva no arquivo, você usa só o caminho.
**Nunca varra vários perfis atrás da conta certa.** No macOS, cada perfil aberto
dispara um pedido separado da senha do Chaveiro. Doze perfis = doze pop-ups, e a
pessoa desinstala. Se precisar descobrir o que existe, use:
```bash
uv run --with instaloader --with browser_cookie3 "<SKILL>/scripts/instagram.py" contas
```
Esse comando lê só arquivos de texto — lista os perfis com nome e e-mail sem
pedir senha nenhuma. Mostre a lista, deixe a pessoa escolher, e aí conecte
naquele:
```bash
... instagram.py conectar --perfil "João Branco"
```
No macOS com Chrome, o sistema pede a **senha do computador** (não a do
Instagram) para liberar o Chaveiro. Avise **antes** de rodar, senão o pop-up
assusta.
**Confirme a conta antes de seguir.** O comando imprime a conta conectada num
quadro destacado. Mostre para a pessoa e pergunte se é essa mesmo. Quem tem conta
pessoal e de negócio no mesmo navegador se conecta na errada com facilidade — e
o erro só apareceria no fim, depois de horas baixando a biblioteca errada.
**Passo 2 — escanear (o pulo do gato), em segundo plano.** Cataloga **todos** os
salvos sem baixar mídia nenhuma. Só texto: legenda, data, tipo, curtidas.
**Dispare este comando em segundo plano e siga direto para o passo 3.** Ele leva
uns 25 minutos num acervo grande, e ninguém aguenta 25 minutos de barra de
progresso antes de ver o primeiro resultado. Enquanto ele corre, a pessoa já está
lendo os 10 primeiros posts prontos. Quando ela terminar de se encantar, o mapa
está pronto e a decisão fica fácil.
Ordem prática: passo 1 → dispara o passo 2 em segundo plano → passos 3, 4 e 5 com
`--limite 10` → mostra o resultado → o passo 2 já terminou → apresenta as
categorias → ela escolhe → passo 3 de novo com a seleção.
```bash
uv run --with instaloader --with browser_cookie3 "<SKILL>/scripts/instagram.py" escanear
```
Medido em uso real: **830 posts em ~25 minutos**. O ritmo cai conforme avança
porque o Instagram limita — os primeiros 100 voam, o resto vai devagar. Não ocupa
espaço em disco. Rode em segundo plano e converse com a pessoa enquanto corre.
Por que isso importa: o Instagram **não** entrega os salvos separados por
coleção, e não deixa filtrar por assunto. Escaneando primeiro, **você** monta
essa lista.
**Leia o `CATALOGO-BRUTO.md`, não o `catalogo.json`.** O escaneamento gera os
dois: o JSON é o dado completo, e o markdown é a versão enxuta (legenda cortada
em 150 caracteres) feita para você ler sem gastar contexto à toa. Para 830 posts
ele dá ~147 KB — cabe numa leitura só.
Com ele na mão, escreva `CATALOGO.md` agrupando por tema, com a contagem de cada
grupo e alguns exemplos. Agrupe **lendo**, não por palavra-chave: testamos regra
de palavra-chave neste acervo e 53% caiu em "sem tema claro", com falsos
positivos grosseiros. Você faz melhor.
**Espere uma diferença grande entre o total e o que vem.** No teste real, o
Instagram dizia 1.174 salvos e entregou 830 — os outros 344 foram apagados pelos
autores ou estão em contas que fecharam. O script explica isso sozinho no fim,
mas se a pessoa perguntar, é isso e não tem recuperação.
Para baixar uma seleção, escreva os shortcodes escolhidos num arquivo (um por
linha, `#` vira comentário) e passe com `--somente`:
```bash
uv run --with instaloader --with browser_cookie3 "<SKILL>/scripts/instagram.py" extrair --somente lista.txt
```
Ele para assim que achar todos da lista. Só que ele varre os salvos na ordem do
Instagram (do mais recente para o mais antigo), então uma seleção só de posts
antigos demora mais para completar — ele precisa passar por tudo que vem antes.
Nada a fazer, só avisar.
O catálogo não traz o nome do autor — descobrir isso custa uma requisição por
post (~5s cada, medido) e deixaria o escaneamento horas mais lento. O nome chega
na extração.
**Passo 3 — extrair.** Baixa os posts com a mídia.
**Comece sempre com 10.** A pessoa sente o gostinho, vê o formato dos arquivos, e
só então decide o tamanho da empreitada:
```bash
uv run --with instaloader --with browser_cookie3 "<SKILL>/scripts/instagram.py" extrair --limite 10
```
Rode os passos 4 e 5 já com esses 10 e mostre o resultado. Vale mais que
qualquer explicação.
**Aí sim decida o volume — e o caminho preferido é por tema, não por lote.**
Quando o escaneamento terminar, apresente as categorias com a contagem de cada
uma e pergunte o que ela quer:
> "Dos seus 830 salvos: 140 de marketing, 90 de treino, 73 de ferramentas de IA,
> 38 de viagem. Quais desses te interessam agora?"
Isso é muito melhor que perguntar "quer 50 ou 100?", porque ela decide pelo que
importa e não pela quantidade. Monte o arquivo de seleção e rode `extrair
--somente`.
O lote cego continua disponível para quem prefere, ou quando o escaneamento ainda
não terminou. Rodar `extrair` sem `--limite` imprime quantos faltam, quantos GB
dá, e para sem baixar nada esperando a decisão:
- `--limite 100` — lote seguro, repetir quando quiser
- `--limite 50` — mais conservador
- `--tudo` — tudo de uma vez; pode levar horas e parar no meio
Em qualquer caminho, nada quebra: tudo é resumível, e o `indice.json` garante que
**nada é baixado duas vezes**.
O aviso que ainda vale dar aqui: **as coleções do Instagram não vêm**. Se ela
organizou os salvos em coleções, essa separação se perde na origem. Diga isso
junto com o conserto, na mesma frase, para não soar como perda: o catálogo do
passo 2 reagrupa por conteúdo real, e costuma ficar melhor que os rótulos que ela
criou às pressas há dois anos.
Se o Instagram pedir para desacelerar, o script para sozinho e mantém o
progresso. Não insista: espere umas 2 horas e rode de novo.
**Passo 4 — transcrever.** Converte a fala dos vídeos em texto, na máquina dela.
```bash
uv run --with faster-whisper "<SKILL>/scripts/transcrever.py"
```
Na primeira execução baixa ~1,6 GB de modelo. **Avise antes**, e avise que só
acontece uma vez. Depois disso roda a ~6x a duração do vídeo — 100 reels de 1
minuto levam por volta de 17 minutos.
Reel só com música aparece como "sem narração". Isso é normal, não é erro.
**Passo 5 — montar.** Gera os arquivos `.md` e o índice.
```bash
uv run "<SKILL>/scripts/montar.py"
```
Pode rodar quantas vezes quiser. Rode de novo sempre que extrair ou transcrever
mais coisa.
**Passo 5.5 — expandir para a busca (faça se ela usa um sistema de notas).**
A busca da maioria dos sistemas de notas acha **palavra, não ideia**. Quem
procura "captação de indicações" não encontra um post que diz "pegar a
indicação", e pergunta em português nunca alcança conteúdo em inglês. Em vez de
trocar o motor de busca, engorda-se o documento.
```bash
uv run "<SKILL>/scripts/montar.py" --pendentes
```
Isso lista os posts sem expansão, com legenda e fala cortadas. Leia e escreva
`expansoes.json` na pasta da biblioteca:
```json
{"<shortcode>": {"resumo_pt": "...", "termos": ["...", "..."]}}
```
- **`termos`**: como a pessoa pediria isso daqui a seis meses, com outras
palavras. Sinônimo, nominalização, o jargão e o termo leigo. De 5 a 8.
- **`resumo_pt`**: só para conteúdo **em outro idioma**. Duas frases em
português. É a ponte que faz uma busca em português alcançar um reel em
inglês — sem isso, esse material fica invisível.
Depois rode `montar` de novo: as seções entram nos arquivos. O `expansoes.json`
fica fora dos `.md` de propósito — eles são reescritos a cada `montar` e a
expansão se perderia.
Medido no acervo real: acerto em consultas por outras palavras subiu de **2/7
para 6/8** em consultas nunca vistas. O que ele não resolve: ângulo que ninguém
antecipou. Expansão enumera, não generaliza.
**Passo 6 — o panorama (é aqui que você entra).** Os passos anteriores são
mecânicos: baixam e organizam texto. Nenhum deles entende o que a pessoa salvou.
Quem entende é você.
Depois de montar, leia o `INDICE.md` e escreva `~/meus-salvos/PANORAMA.md` com:
- **Os temas que ela salva**, agrupados de verdade — "criação de conteúdo",
"treino", "ferramentas de IA", "viagem". Diga quantos posts tem em cada um.
- **Quem ela mais salva**, e sobre o quê. Um perfil que aparece 30 vezes diz mais
sobre os interesses dela do que qualquer post isolado.
- **Padrões que só aparecem no conjunto**: ganchos que se repetem, formatos que
ela claramente admira, assuntos que ela salvou muito num período e abandonou.
- **O que dá para fazer com isso**, concreto e ligado ao que ela tem: "dá para
montar um plano de treino de 4 semanas com os 23 posts de academia", não
"você pode usar para se organizar".
Isso **substitui as coleções que o Instagram não entrega** — e costuma ficar
melhor, porque agrupa pelo conteúdo real e não pelo rótulo que ela colocou às
pressas há dois anos. Diga isso a ela.
Em biblioteca grande, não leia tudo de uma vez: o `INDICE.md` já traz um resumo
por post, e ele basta para agrupar. Abra os arquivos completos só dos posts que
você for citar.
Refaça o panorama sempre que ela extrair um lote novo.
Tudo vai parar em `~/meus-salvos/` por padrão. Se a pessoa quiser outro lugar,
todos os comandos aceitam `--pasta /caminho/que/ela/quiser` — mas aí use o mesmo
caminho em **todos** os passos.
### 2. Consultar a biblioteca (o uso do dia a dia)
É aqui que a coisa serve para alguma coisa. A pessoa pode pedir qualquer coisa:
planejar treino a partir dos posts de academia que salvou, montar roteiro de
viagem com os lugares que salvou, escrever um anúncio no estilo de um criador que
ela admira, achar aquela receita, listar os ganchos que mais se repetem.
**Regra de ouro, sempre:**
1. Leia `~/meus-salvos/INDICE.md` primeiro. Ele tem uma linha por post.
2. Use `grep` na pasta `~/meus-salvos/posts/` para achar por palavra — as
transcrições completas estão dentro dos arquivos.
3. Abra **só** os arquivos que interessam à pergunta.
Nunca leia a pasta `posts/` inteira. Numa biblioteca de 500 posts isso estoura o
contexto e você perde a capacidade de raciocinar sobre o que achou.
A análise acontece **agora**, quando ela pergunta — não na hora de baixar. Por
isso os arquivos guardam o material bruto: o mesmo post serve para planejar treino
hoje e para modelar copy amanhã, e você lê com a lente da pergunta do momento.
As transcrições têm erros ocasionais de palavra (nomes de marca e siglas
principalmente). Você entende pelo contexto — não trate como texto literal nem
avise a pessoa sobre cada erro.
## Atualizar depois
Para pegar o que ela salvou desde a última vez: passos 3, 4 e 5 de novo. O passo 1
só se a sessão tiver expirado.
## Limites que valem dizer na hora certa
- **Coleções não vêm.** Se ela organizou os salvos em coleções no Instagram, essa
separação se perde — chega tudo junto. Não deixe isso soar como perda: o
panorama do passo 5 reagrupa por tema real, e costuma ficar melhor.
- **Não dá para escolher quais posts baixar.** É por lote a partir dos mais
recentes, ou tudo. O Instagram não oferece filtro.
- Só pega os **salvos dela**. Não pega perfil de outra pessoa nem anúncios.
- Posts apagados pelo autor somem da lista, mesmo que ela tenha salvado.
- Automatizar o Instagram vai contra os Termos de Uso dele. Ler os próprios
salvos é o uso mais defensável possível, e o risco prático é o Instagram pedir
para desacelerar — não é banimento. Vale dizer uma vez, sem drama, se ela
perguntar.